Julio Ricco

As imagens foram realizadas com o desafio de apreender o espaço utilizando outros sentidos que não a visão. De olhos fechados, os caminhos percorridos pelo fotógrafo foram definidos pelo outro, uma guia. O trabalho foi fruto da experiência sensível dirigida pela estesia do momento. Experimentar as sensações daquele que perde a visão é refletir sobre a magia de ver e não ver. O resultado transformou o ato em sonho, reflexão, fantasia e devaneio.
Esta pesquisa foi desenvolvida com apoio da FAPESP por meio do processo 2008/02111-6, no pátio da Escola de Comunicações e Artes da USP.