Felipe Beanninger

QUIMERA::

Creia, Toda quimera se espuma Como a brancura da espuma Que se desmancha na areia. Nelson Gonlçalves.

Todos temos álbuns de fotografia, eles guardam momentos vivos que foram transformados em papel para envelhecer a memória em segurança. Neste ensaio que apresentamos no Café Suplicy dos Jardins, Felipe Baenninger transforma a imagem dentro do álbum. O Café tem o prazer de apresentar o ensaio ‘Quimera’. Aqui, a realidade viva é retirada do momento e depositada no álbum para receber a acão do tempo. Este trabalho foi construído como objeto, e nesta exposição é apresentado em forma de fotografias. A materialidade da obra passeia pela fronteira da fotografia. Os objetos, os cheiros, as cores e os lugares são transportes seguros para voltar ao passado. Em ‘Quimera’, os relatos da memória incorporam os sentidos e provocam nossa forma em lidar com permanência dos acontecimentos. Felipe Baenninger incorporou a fotografia em sua vida para traduzir impressões e pensamentos. É fotógrafo e trabalha em um atelier de impressão fotográfica.

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MULTIPLICIDADES::

Sobre a biblioteca universal de Jorge Luis Borges, (e de como ela é o nosso própio mundo) prefiro pensar, prefiro sonhar que as superfícies polidas representam e prometem o infinito…

Três fotografias apresentam parte pequena do ensaio Multiplicidades. O fotografo manipula as dimensões do mundo e do ser humano como peças de um quebra cabeça, discorre na imagem pensamentos a cerca da humanidade.